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O Comércio Eletrônico

Comércio eletrônico cresce 76% e movimenta

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Por Webmaster   
08 de February de 2007

As compras de brasileiros pelo comércio on-line (excluídos os negócios com passagens aéreas, automóveis e por leilão virtual) movimentaram em 2006 R$ 4,4 bilhões, resultado 76% maior que o registrado em 2005 (quando o faturamento chegou a R$ 2,5 bilhões), segundo estudo da empresa de marketing on-line e-bit. O movimento de 2006 ficou R$ 100 milhões acima do esperado.

De acordo com o estudo, aumentou 31% o número de consumidores adeptos das compras virtuais. Em 2006, 7 milhões de brasileiros compraram pelo menos uma vez pela Internet. No ano anterior, esse número atingia 4,8 milhões.

Em média, durante todo o ano, cada compra equivaleu a R$ 296, sendo que dezembro foi o mês de maior destaque para o comércio eletrônico, com faturamento geral de R$ 590 milhões e compras de R$ 304 em média.

A expectativa para 2007 é a de que o comércio eletrônico movimente algo em torno de R$ 6,4 bilhões, um crescimento de 45,5% em relação a 2006. Segundo a pesquisa, esse crescimento deverá ocorrer em razão da entrada de novos consumidores no mercado de compras virtuais e pelo aumento da freqüência de compras por este canal.

Do total de R$ 4,4 bilhões em compras feitas pelo comércio eletrônico no ano passado, R$ 3,2 bilhões, ou 73% do total, foram pagos com cartão de crédito.

O estudo da e-bit mostra ainda que, em 2006, 17% dos acessos à Internet tinham como motivação a realização de compras on-line.

Fonte: Uol 

 

Quanto custa abrir um canal de vendas online?

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Por Webmaster   
06 de February de 2007
 

Antigamente abrir um site de e-commerce custava cifras impublicáveis. Hoje pequenos comerciantes podem montar lojas self service sem nem precisar pensar em informática. Não é um avanço?

Digamos que você tenha um produto e deseja ampliar as fronteiras de seu negócio ao utilizar a internet como um canal de vendas para seus produtos e serviços. Quanto custa ter uma loja virtual?

Diversas questões estão diretamente ligadas a esta primeira e são igualmente importantes para uma composição de preços. Dentre elas, destacam-se:

  • Devo desenvolver ou contratar uma solução pronta?
  • Onde hospedar a loja virtual?
  • Como implementar a logística de envio?
  • Como divulgar a loja virtual?
  • Quais as formas de pagamento a loja deve oferecer?
  • Como implementar uma política de segurança eficaz?

Os custos para a implementação e manutenção de um site de e-commerce variam tremendamente, de acordo com os caminhos adotados pela empresa para estas perguntas fundamentais. Excluindo-se os picos milionários e os vales irreais, ainda assim os valores são bastante amplos, variando de 5 a 500 mil reais.

Neste artigo, serão abordadas as duas primeiras questões acima, que estão intimamente relacionadas. Mas antes, vamos a um pouco de história da web comercial.

Na primeira fase da internet, de 1995 até 1998, foram poucas as empresas que se aventuraram a criar lojas virtuais. As poucas que existiam eram bastante rudimentares, assim como a tecnologia web na qual se apoiavam. A maioria das empresas criou sites institucionais ou catálogos eletrônicos estáticos.

Naquela época, o carrinho de compras era um link para o e-mail da loja, ou no máximo levava o visitante a um formulário para digitação de seus dados e dos produtos escolhidos. Este formulário era então enviado por e-mail ao lojista. O pagamento era feito 100% offline, através de depósito bancário identificado ou boleto bancário.

A partir de 1998, as empresas começaram a investir mais pesadamente em seus sites, preparando-se para a chamada “nova economia”. Era o começo da bolha da internet, que todos sabem como terminou, em meados de 2001. O principal meio de pagamento online era o cartão de crédito, com autorização digitada via POS ou PDV dedicado, a chamada “assinatura em arquivo”, sem qualquer integração com os bancos emissores e sem segurança contra o temido “chargeback”.

Durante esta segunda fase, começaram a surgir empresas especializadas na criação de sites de e-commerce, desenvolvendo projetos ambiciosos e caros, condizentes com os generosos aportes de capital típicos desta época.

A partir de 2002, após o estouro da bolha e o fechamento de muitos sites “promissores”, os orçamentos para web minguaram novamente. Algumas empresas de desenvolvimento web que sobreviveram a este período pós-bolha utilizaram de sua experiência com grandes projetos de e-commerce e criaram soluções de e-commerce no recém criado modelo ASP (Application Service Provider).

Este modelo parte do princípio de que o software é disponibilizado como um serviço, e de que a infra-estrutura que o sustenta não é de responsabilidade da empresa contratante.

Esta soluções prontas, a princípio ignoradas pelas grandes empresas, vêm sendo adotadas cada vez mais por sites de e-commerce de varejo (B2C) e de atacado (B2B) de todos os portes. A cada versão destes sistemas, as novas funcionalidades ficam disponíveis para todas os sites que utilizam a tecnologia, em geral sem custos adicionais para o lojista.

Há várias soluções disponíveis (uma delas é a da minha empresa, é preciso dizer). Neste modelo o cliente administra seu site pelo browser, não se preocupa com equipamentos e nem com a contratação de especialistas para o desenvolvimento e suporte do sistema.


Voltando à pergunta inicial, é uma questão de fazer as contas e calcular o quanto você pode vender. Considere que uma loja virtual self-service pode custar 5 mil reais. Se a solução da loja combina com seu produto e a balança do custo/benefício de seu negócio pender para o lado bom, você já tem um parâmetro.

  

Na Eicomm os planos para Loja Virtual (comércio eletronico) são:

  • R$ 99,00 1000 produtos / Plano Loja B2C
  • R$ 139,00 acima de 1000 produtos / Plano Loja B2C
  • R$ 239,00 para o Plano Revenda B2B (inclui controle de preços revendas)

 


Última Atualização ( 28 de February de 2007 )
 

Loja virtual atrai também os pequenos

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Por Webmaster   
01 de February de 2007


Baixo custo de manutenção e inclusão da população de baixa renda aumentam interesse

O Brasil está entre os dez maiores no ranking mundial do comércio eletrônico. É o líder na América Latina, mas ainda tem muito espaço para crescer

O comércio mudou muito nos últimos anos. E a grande responsável por essa mudança foi a Internet. É na chamada loja virtual, também conhecida como Comércio Eletrônico ou e-commerce - ou seja, processo de automação das transações e transferência de dados mediados pela Internet -, que os clientes ganham em comodidade e os empresários em oportunidade. "Na verdade, a venda pela Internet é apenas mais um canal de comercialização. Uma porta que pode ser usada estrategicamente", explica Sandra Regina Fiorentino, consultora jurídica do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP).

Assim, a Internet que chegou ao Brasil apenas em 1991, e ficou disponível para exploração comercial em 1995, se transformou rapidamente em um ótimo ponto-de-venda, com baixo custo de manutenção para os empresários, desenvolvendo com o passar dos anos um jeito único de vender.

"Esse é um meio democrático, comporta o grande e o pequeno. Os maiores lojistas têm 80% desse mercado. Mas os outros 20% estão aí para serem abocanhados. Ainda é um jogo de grandes, mas de muita oportunidade para quem é empreendedor", destaca Gastão Mattos, consultor de varejo Eletrônico da Câmara Brasil de Comércio Eletrônico - Câmara-e-net. Dados indicam que há razão para apostar na novidade. Segundo Mattos, em 2004, 5 mil lojas estavam vendendo pela Internet. Hoje esse número saltou para 10 mil.

"O lojista precisa entender que esse é um canal diferente, com uma automação, tecnologia e logística sofisticada", explica.

Mattos acredita que o aumento do uso da Internet também passa pela questão cultural e que é preciso estabelecer uma relação de confiança entre consumidor e empresas. "Nos Estados Unidos, país líder no comércio eletrônico e principal mercado, 70 milhões de pessoas compram via Internet", conta. O Brasil está entre os dez maiores no ranking mundial. É o líder na América latina, com larga vantagem sobre os outros, mas ainda tem espaço para crescer.

Há motivos de sobra para investir na estratégia de conquistar o cliente, via computador.

"O ano de 2006 foi histórico porque houve a inclusão de pessoas de baixa renda no público comprador. Com financiamento de produtos em até 24 meses. Isso tudo aponta para um crescimento", explica o consultor da Câmara- e-Net.

As grandes redes se anteciparam e apostaram para valer no filão, que além da comodidade oferece outras vantagens. "Esse tipo de comércio nunca fecha e você recebe o produto em casa".

Procedimentos legais

Segundo a consultora jurídica do Sebrae-SP é comum as pessoas pensarem que para atuar no comércio eletrônico pode-se dispensar os procedimentos legais. Mas não é assim. "Uma coisa é falar em loja virtual, mas empresa virtual não existe", assinala. Sandra Regina alerta aos interessados que para investir nesse nicho, é preciso percorrer basicamente os mesmos passos que um empreendedor tradicional, como por exemplo, aquele que vai abrir uma lanchonete na esquina.

Ou seja, é preciso constituir uma empresa formalmente. Ela deverá obrigatoriamente ter endereço físico, no qual será legalmente constituída a Pessoa Jurídica, independentemente de sua forma de atuação. A loja virtual poderá comercializar produtos por conta própria, devendo, para tanto, ter um local para estoque de seus produtos. Também poderá atuar como representante, onde somente fará a intermediação dos negócios, entre consumidor e fabricante. Nesse caso, não há necessidade de local para estoque de produtos.

"É como se fosse uma empresa como outra qualquer, só que o empresário não fica atrás do balcão fisicamente, o portal da Internet faz esse serviço", explica.

Como na montagem de todo negócio, é preciso pesquisar e avaliar o mercado, identificar o público- alvo, saber quais são as necessidades dos clientes. Neste caso, como a venda de produtos/serviços é feita através da Internet, é preciso conhecer o mercado do mundo virtual (o número de internautas, o que costumam comprar, quanto estão dispostos a pagar, etc).

Recursos visuais

A loja virtual não é diferente, mas tem suas peculiaridades. Por exemplo, precisará de uma página eletrônica, que não seja apenas uma bela página no sentido artístico, com diversos recursos de imagens, cores e formatos, para atrair os internautas/clientes, mas sim um instrumento para que esses futuros compradores possam obter informações do seu negócio, seus produtos e/ou serviços, como também entrar em contato direto com a sua empresa.

Para atender a estas necessidades comerciais são necessários softwares para fornecer recursos para a movimentação dos bancos dedados de clientes, dos fornecedores e pagamentos, controles bancários, etc.

Como nada é perfeito, o comércio eletrônico também tem o seu calcanhar-de-aquiles. São eles: ausência de contato direto com pessoas; limitações de entretenimento; limitações do uso de alguns sentidos (olfato, tato, sabor) na experiência de compra; receio sobre segurança de informações e invasão de privacidade; falta de familiaridade com computadores para alguns consumidores.

Um processo importante no comércio eletrônico é a logística. Deve- se entender logística, como os processos relacionados com o mercado, o que inclui o atendimento ao cliente (venda pela loja), distribuição e entrega do pedido, cobrança e controles internos tais como: recebimentos e pagamentos, fluxo de caixa, estoques, etc.

Tradicionalmente as "lojas virtuais" operam com cartões de crédito como forma de recebimento pelas vendas realizadas. "Por esse formato, o índice de inadimplência cai bastante", diz a consultora.

Porém, é possível trabalhar também com débito em conta corrente, boleto bancário e até mesmo cheque pré-datado. Mas isso implica em custo durante a montagem dos sistemas de pagamento.

Já a segurança na Internet é imprescindível. Existem vários níveis de segurança que englobam desde equipamentos até programas específicos para este fim.

"A segurança on-line é sofisticada. Essa é justamente uma das barreiras do comércio eletrônico no Brasil. O processo de dúvida é grande e precisa ser superado", conclui Mattos.

Última Atualização ( 01 de February de 2007 )
 

Para as empresas que não têm site (adequado) ainda

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Por Webmaster   
31 de January de 2007

Um dos pontos cruciais para uma presença online bem sucedida começa com o planejamento. É preciso inicialmente decidir qual será a finalidade do site pra depois implantar o projeto, e não o contrário.


Um grande número de empresas, de todos os tipos, possui hoje alguma forma de presença online. Pode ser um site institucional, um catálogo de produtos, um brandsite, um comércio eletrônico ou qualquer outro formato que se possa imaginar.

É muito fácil registrar um domínio, contratar uma hospedagem e pedir para um sobrinho webdesigner “fazer um site”. Ou seja, sabemos que muitas empresas têm um site apenas pelo fato de que podem ter. Para elas o importante é ter o site, pois todos têm. Só depois vão descobrir para quê ele serve.

Um dos pontos cruciais para uma presença online bem sucedida começa com o planejamento. É preciso inicialmente decidir qual será a finalidade do site pra depois implantar o projeto, e não o contrário. Essa é uma situação na qual a ordem dos fatores altera sim, e muito, o produto.

Basicamente existem duas abordagens a serem seguidas:

Na primeira a empresa utiliza o site para complementar sua comunicação com os clientes, ou seja, ele atua como uma extensão, um meio e não como um fim. As pessoas utilizam o site para obter mais informações sobre seu produto, serviço, conhecer sua empresa e verificar se vale à pena fazer negócios com você.

A efetivação do negócio não acontece online, mas sim com uma visita do cliente à sua loja, ao supermercado, com a visita de um representante ao cliente, com o envio de um catálogo, com um telefonema ou qualquer outro meio que não a internet.

Na segunda abordagem a empresa utiliza o site como um fim, ou seja, como um negócio com vida própria. O site é o lugar aonde o cliente vai para efetivar uma ação, que pode ser comprar um produto, contratar um serviço, inscrever-se para um vestibular, um curso, preencher um formulário ou qualquer outra coisa.

O site é a única interface entre o cliente e a empresa. Em uma analogia com o mundo real ele é ao mesmo tempo o vendedor, o caixa e o empacotador; a hostess, o garçom e o cozinheiro; ou seja, é ele quem recebe o cliente, informa sobre o produto, efetua a venda, recebe o dinheiro e faz a entrega.

Parece tudo muito simples, mas é justamente aí que mora o perigo. As coisas mais simples são as que recebem menos atenção e as que mais influenciam no resultado final.

Recentemente acessei o site de uma empresa onde, entre inúmeros outros problemas, era necessário preencher um cadastro de 15 campos, incluindo CPF, RG, CNPJ, IE, telefone e endereço completo para, após meu cadastro ter sido analisado, eu finalmente ter acesso ao catálogo de produtos.

Você deve estar imaginando que se trata de uma empresa que vendem produtos que demandam um cuidado extremo, algo como material radioativo ou similar, não é mesmo? Quase: é uma fábrica/loja de bolsas femininas.

Quando, no mundo real, um vendedor pediria para ver minha identidade, CPF e fornecer meu telefone e endereço completo antes que eu pudesse entrar na loja para conferir os produtos? Nunca!

Quando é que essa empresa vai ter resultados com a internet? Nunca também.

Ter um site apenas por ter é bobagem, como bem disse Dionísio: “Seja sua fala melhor do que o silêncio, ou então fique calado”.

Fonte: Websinder 

 

O site de comércio que vende um produto só

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Por Webmaster   
31 de January de 2007
Woot, site de comércio nos Estados Unidos, inova: vende apenas um produto por dia. E dá certo. Moral da história: procure diferenciais a serem explorados e desenvolva seu plano de negócios.


Seguindo a mesma linha do artigo anterior, vamos agora falar um pouco sobre comércio eletrônico.

O que vemos hoje é que, independente do tamanho, todos os sites de comércio eletrônico seguem a mesma estratégia competitiva: oferecer a maior quantidade de produtos, pelo menor preço possível.

Esse tipo de estratégia pode até funcionar durante um curto prazo de tempo, para motivar novos clientes a efetuarem sua primeira compra, ou para ganhar clientes da concorrência. No entanto a médio e longo prazo ela torna-se perigosa, pois quanto mais a empresa foca no aspecto “preço baixo” mais ela tem que sacrificar seu lucro, até que uma hora o negócio torna-se inviável ou insustentável.

Não existe nada errado em adotar a estratégia “preço baixo”, no entanto saiba que isso depende de uma ótima organização de todos os processos por parte da empresa, ganho de escala (comprar em grandes quantidades), um alto poder de barganha com os seus fornecedores e capital de giro, só para citar alguns.

O problema é que se todos os participantes do mercado adotam a mesma estratégia ela deixa de ser um diferencial e passa a se tornar um pré-requisito.

Faça uma pesquisa utilizando um sistema de comparação de preços e você vai verificar que todas as lojas oferecem os mesmos produtos com praticamente os mesmos preços, mesmas condições de pagamento e prazo de entrega.

Como fazer então para atrair a atenção do possível consumidor no meio de tantos outros?

Vou citar como exemplo um site americano chamado Woot, que vai contra tudo o que os sites de comércio eletrônico exploram hoje no Brasil.

O pessoal do Woot trabalha de uma maneira totalmente diferente, vendendo apenas um produto por vez. Cada dia um produto diferente. As vendas ocorrem da meia noite até as 23:59h, quando então um novo produto toma o seu lugar. Caso o estoque acabe antes das 23:59h as vendas são encerradas.

Todos os produtos oferecidos já estão em estoque, ou seja, o prazo de entrega é muito menor. Não é necessário esperar que um fornecedor envie o produto para que então ele seja despachado.

Além disso, o Woot não oferece suporte online, não dispõe de um telefone para atendimento ao consumidor e não aceita trocas e muito menos devoluções.

Toda a responsabilidade pelo suporte ou garantia dos produtos é transferida ao fabricante, ou seja, se o seu produto apresenta um defeito ou não funciona como deveria, entre no Google, ligue para o fabricante ou fale com alguém que possa saber a resposta.

Pode até parecer difícil que um modelo de negócios como esse prospere, mas na verdade ele vai muito bem.

O tempo médio que um produto leva para começar a ser vendido após ter sido colocado no site é de menos de um minuto, sendo que em alguns casos leva apenas segundos, muitas vezes esgotando o estoque antes mesmo do final do dia.

O número de novos compradores é relativamente baixo, representando em média 20% das compras, ou seja, a fidelização dos clientes é muito alta, todos eles já fizeram compras antes e estão retornando para comprar novamente. Tudo isso sem ter que oferecer cupons de desconto, frete grátis, ou qualquer outra forma de motivação.

Tudo isso é possível apenas porque o pessoal do Woot optou pela diferenciação. Quantos sites você conhece que optaram por esse modelo, se é que algum?

Analise por outro lado, quantos sites você conhece que seguem a velha fórmula do Submarino, Americanas, FNAC, Magazine Luiza, Ponto Frio, Extra, entre tantos outros? Qual a diferença substancial entre todos eles, se é que alguma?

Hoje é muito simples ter um comércio eletrônico, sendo que existem empresas que alugam sistemas já prontos, ficando o empresário responsável apenas por receber os pedidos e despachar as mercadorias.

Entretanto, um site de comércio eletrônico é apenas uma estrutura sobre a qual você deve construir os diferenciais de sua empresa e descobrir meios de cativar seus clientes.

Antes de começar, faça uma pesquisa entre seus possíveis concorrentes, veja quais diferenciais podem ser explorados e partir daí desenvolva seu plano de negócios.

Lembre-se do que disse Peter Drucker: os resultados são obtidos pelo aproveitamento das oportunidades e não pela solução de problemas.

 Fonte: Websinder

 
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