Quanto custa abrir um canal de vendas online? |
Antigamente abrir um site de e-commerce custava cifras impublicáveis. Hoje pequenos comerciantes podem montar lojas self service sem nem precisar pensar em informática. Não é um avanço?Digamos que você tenha um produto e deseja ampliar as fronteiras de seu negócio ao utilizar a internet como um canal de vendas para seus produtos e serviços. Quanto custa ter uma loja virtual? Diversas questões estão diretamente ligadas a esta primeira e são igualmente importantes para uma composição de preços. Dentre elas, destacam-se:
Os custos para a implementação e manutenção de um site de e-commerce variam tremendamente, de acordo com os caminhos adotados pela empresa para estas perguntas fundamentais. Excluindo-se os picos milionários e os vales irreais, ainda assim os valores são bastante amplos, variando de 5 a 500 mil reais. Neste artigo, serão abordadas as duas primeiras questões acima, que estão intimamente relacionadas. Mas antes, vamos a um pouco de história da web comercial. Na primeira fase da internet, de 1995 até 1998, foram poucas as empresas que se aventuraram a criar lojas virtuais. As poucas que existiam eram bastante rudimentares, assim como a tecnologia web na qual se apoiavam. A maioria das empresas criou sites institucionais ou catálogos eletrônicos estáticos. Naquela época, o carrinho de compras era um link para o e-mail da loja, ou no máximo levava o visitante a um formulário para digitação de seus dados e dos produtos escolhidos. Este formulário era então enviado por e-mail ao lojista. O pagamento era feito 100% offline, através de depósito bancário identificado ou boleto bancário. A partir de 1998, as empresas começaram a investir mais pesadamente em seus sites, preparando-se para a chamada “nova economia”. Era o começo da bolha da internet, que todos sabem como terminou, em meados de 2001. O principal meio de pagamento online era o cartão de crédito, com autorização digitada via POS ou PDV dedicado, a chamada “assinatura em arquivo”, sem qualquer integração com os bancos emissores e sem segurança contra o temido “chargeback”. Durante esta segunda fase, começaram a surgir empresas especializadas na criação de sites de e-commerce, desenvolvendo projetos ambiciosos e caros, condizentes com os generosos aportes de capital típicos desta época. A partir de 2002, após o estouro da bolha e o fechamento de muitos sites “promissores”, os orçamentos para web minguaram novamente. Algumas empresas de desenvolvimento web que sobreviveram a este período pós-bolha utilizaram de sua experiência com grandes projetos de e-commerce e criaram soluções de e-commerce no recém criado modelo ASP (Application Service Provider). Este modelo parte do princípio de que o software é disponibilizado como um serviço, e de que a infra-estrutura que o sustenta não é de responsabilidade da empresa contratante. Esta soluções prontas, a princípio ignoradas pelas grandes empresas, vêm sendo adotadas cada vez mais por sites de e-commerce de varejo (B2C) e de atacado (B2B) de todos os portes. A cada versão destes sistemas, as novas funcionalidades ficam disponíveis para todas os sites que utilizam a tecnologia, em geral sem custos adicionais para o lojista. Há várias soluções disponíveis (uma delas é a da minha empresa, é preciso dizer). Neste modelo o cliente administra seu site pelo browser, não se preocupa com equipamentos e nem com a contratação de especialistas para o desenvolvimento e suporte do sistema. Voltando à pergunta inicial, é uma questão de fazer as contas e calcular o quanto você pode vender. Considere que uma loja virtual self-service pode custar 5 mil reais. Se a solução da loja combina com seu produto e a balança do custo/benefício de seu negócio pender para o lado bom, você já tem um parâmetro.
Na Eicomm os planos para Loja Virtual (comércio eletronico) são:
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